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Transgênicos

Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014

 
     

Cultivo de milho transgênico 1507 pode ser liberado na Europa

  

Votação do Conselho Europeu decidiu a favor do controvertido transgênico. Milho é resistente tanto a pesticidas quanto a determinadas pragas. Os possíveis danos ambientais de seu cultivo ainda não foram avaliados.

  


Por Deutsche Welle

O milho transgênico Pioneer 1507 pode em breve tomar conta dos campos europeus. Nesta terça-feira (11/02), em Bruxelas, o Conselho Europeu deu o sinal verde para o cultivo do cereal geneticamente modificado na União Europeia. A decisão final cabe agora à Comissão Europeia. O voto contrário da maioria dos 28 países membros não foi suficiente para barrar o milho transgênico: com a aprovação do Reino Unido, Suécia, Finlândia, Estônia e Espanha e as abstenções da Alemanha, Portugal, República Tcheca e Bélgica, a decisão será levada à Comissão Europeia.

No Conselho, o peso de voto de cada país depende do tamanho da sua população. No caso do milho geneticamente modificado, a abstenção da Alemanha foi decisiva, pois, com 29 dos 352 votos, ela é um dos membros com maior poder de veto ou aprovação. Dissidências internas na coalizão de governo foram a causa do voto em branco alemão. A União Democrata Cristã (CDU), da chanceler federal Angela Merkel, é favor do transgênico, enquanto o Partido Social Democrata (SPD) e a União Social Cristã (CSU) são contra.

A decisão final cabe ao comissário europeu da Saúde, Tonio Borg, que já declarou ser a favor da medida, deixando em aberto a data quando a Comissão decidirá. Como a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (Efsa), após seis avaliações, não objetou o cultivo do milho 1507, a União Europeia é obrigada legalmente a liberar o plantio.

Críticas ambientais e políticas

A provável liberação do milho transgênico 1507 foi duramente criticada por alguns ministros europeus e por organizações ambientais. "Conceder a autorização a poucas semanas das eleições parlamentares é especialmente prejudicial à reputação da União Europeia e de suas instituições", alertou o ministro francês pa Assuntos Europeus, Thierry Repentin. Segundo o ministro do Exterior da Áustria, o procedimento é dramático para a credibilidade da União Europeia.

Leia o restante da reportagem da DW

 

 

Deutsche Welle, parceira da EcoAgência de Notícias

  
  
  
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